SGCN · PORTAL EXECUTIVO

Continuidade, resposta e resiliência organizadas em uma única camada operacional.

A nova composição transforma o conteúdo operacional disponível no projeto em uma arquitetura editorial baseada em frames, cards, tabelas e evidências - com HTML5 como camada principal e JavaScript apenas onde a interação agrega valor.

01 · VISÃO EXECUTIVA

Cockpit de continuidade

Leitura rápida do programa, antes do detalhamento das fases.

Fases17Ciclo completo do diagnóstico à melhoria contínua
Templates30Artefatos operacionais indexados por fase
Maturidade inicial1,8 / 5Meta de referência do material atual: 4,5
RTO crítico médio2hReferência presente no conteúdo da fase 05

Ciclo de governança

Arquitetura do programa

O conteúdo existente já organiza a jornada em cinco domínios. A nova interface torna esse encadeamento explícito e navegável.

Governança & EstratégiaFundação, liderança, política e arquitetura de continuidade.
Análise & RiscoProcessos críticos, BIA, cenários e dependências.
Planos & RespostaPCO, comunicação, DRP, terceiros e resposta operacional.
Capacitação & TestesCompetência, conscientização e validação prática.
Melhoria & AuditoriaAAR, CAPA, auditoria e manutenção do SGCN.

02 · OPERACIONAL

As 17 fases, em frames de evidência

Cada fase concentra objetivo, métricas, entregável, evidências, checklist e risco de execução.

00

Governança & Estratégia · Fase de Entrada

Diagnóstico e Maturidade Inicial

Avaliação basal do ecossistema e determinação do nível de resiliência corporativa

FocoN/A

Mapear o estado de prontidão do Grupo Tanigawa em 44 bases operacionais, frota de 1.800+ veículos e operações aeroportuárias (Proair/Provig), identificando lacunas críticas antes da estruturação normativa.

Maturidade InicialNível 1.8 / 5.0Alvo: Nível 4.2
Bases Diagnosticadas44 BasesAlvo: 100%
Sistemas Críticos Mapeados18 SistemasAlvo: 100%
Entregável e evidências

Auditoria Executiva

Matriz de Diagnóstico de Maturidade BCM (AS-IS vs TO-BE)

Diagnóstico inicial da Tanigawa-LTDA apontou vulnerabilidades em redundância de telecomunicações no Hub Campinas e ausência de BIA formalizado nas operações de custódia de numerário.

Referência: ISO 22301:2019 Cláusula 4 (Contexto da Organização)

ItemAS-ISTO-BEStatus
Governança de CriseInformal e reativaComitê Estatutário estruturado com alçadas clarasCrítico
Telecomunicações & LinksPonto Único de Falha no HUB-CPQBGP Ativo-Ativo com Starlink + Fibra SubterrâneaEm Tratamento
Procedimentos de ContingênciaDependência de indivíduos-chaveRunbooks operacionais e cartões de emergênciaConcluído

Checklist de execução

  • Entrevistar 14 Diretores e Líderes Operacionais
  • Validar aderência à Resolução Bacen e normativas de Aviação Civil
  • Consolidar inventário preliminar de ativos físicos e digitais

Ponto de atenção

Tratar a maturidade como um exercício teórico de TI sem envolver os comandantes de base e logística blindada.
Artefato técnico de referência
// Critérios de Score de Maturidade (ISO 22301)
const currentMaturityScore = 1.8; // Inicial
const targetMaturityScore = 4.5;  // Auditável Bacen/ISO
const gapsIdentified = ["Hub Campinas Single-Link", "RPO de Liquidação Financeira > 1h", "Custódia 24/7 sem BIA"];
01

Governança & Estratégia · Mandato Executivo

Política e Governança Corporativa de GCN

Formalização do mandato, papéis estatutários e comitês executivos

FocoN/A

Estabelecer a Política Corporativa de GCN aprovada pelo Conselho de Administração do Grupo Tanigawa, definindo o Comitê de Crise e as alçadas decisórias em incidentes severos.

Aprovação em Conselho100%Alvo: Unânime
Membros do Comitê9 ExecutivosAlvo: Titular + 2 Suplentes
Revisão PeriódicaAnualAlvo: Q3
Entregável e evidências

Normativo Corporativo

Estatuto do Comitê de Crise & Política Corporativa de Resiliência

Define a linha de comando ininterrupta com o Presidente do Grupo, Diretor de Segurança, Head de TI/Cibersegurança e Líderes Regionais de Operações.

Referência: ISO 22301 Cláusula 5 (Liderança e Comprometimento)

ItemAS-ISTO-BEStatus
Comandante de CriseCEO / Presidente do GrupoSucessor 1: COO | Sucessor 2: CSOFormalizado
Alçada Orçamentária ImediataSem limite emergencialAté R$ 1.500.000 sem aprovação prévia em criseAprovado
Canal Oficial de ComunicaçãoE-mail informalWar Room Criptografada + Plataforma SatelitalOperacional

Checklist de execução

  • Publicar Política de GCN em intranet com confirmação de leitura
  • Definir 3 níveis de suplência para cada cadeira crítica do Comitê
  • Formalizar canal 24/7 com autoridade regulatória (Bacen/PF/ANAC)

Ponto de atenção

Exigir quórum presencial completo para liberar recursos de emergência em desastres de larga escala.
Artefato técnico de referência
// Matriz de Acionamento da Governança de Crise
const crisisLevels = {
  N1_VERDE: "Incidente local tratado na base sem impacto no cliente",
  N2_AMARELO: "Atraso operacional > 1h ou falha parcial de link; Comitê avisado",
  N3_VERMELHO: "Interrupção de serviço crítico N1, ataque cibernético ou sinistro grave"
};
02

Governança & Estratégia · Arquitetura

Estratégia e Arquitetura de Continuidade

Definição de modelos de contingência ativa, locais alternativos e redundância

FocoEstratégico

Desenhar a topologia de resiliência ativa-ativa entre Data Centers, bases operacionais espelho para transbordo de custódia e rotas alternativas de transporte aéreo/terrestre.

Bases Espelho Homologadas8 HubsAlvo: 100% Regionais
Data Center RedundanteAtivo-AtivoAlvo: Sync < 15ms
Capacidade Mínima Garantida70% VolumeAlvo: MBCO Atendido
Entregável e evidências

Topologia Técnica

Plano Diretor de Arquitetura de Resiliência Tanigawa

Estrutura de balanceamento geográfico onde o Hub Campinas possui redundância cruzada com a Base Operacional de Barueri e o Centro Logístico do Rio de Janeiro.

Referência: ISO 22301 Cláusula 8.3 (Estratégias e Soluções de Continuidade)

ItemAS-ISTO-BEStatus
Data Center Primário (SP1)Equinix SP4 (Tier III)Replicação síncrona com Ascenty Vinhedo (SP2)Ativo
Custódia de Valores AlternativaCofre Central ÚnicoRede distribuída de 4 cofres de alta segurança espelhoHomologado
Frota de Reserva Emergencial5% da frota12% da frota blindada em prontidão táticaOperacional

Checklist de execução

  • Calcular MBCO (Minimum Business Continuity Objective) por linha de serviço
  • Homologar acordos de reciprocidade operacional inter-bases
  • Auditar infraestrutura de geradores e no-breaks dos 8 Hubs primários

Ponto de atenção

Dimensionar locais alternativos de contingência considerando capacidade de 100% sem escalonamento prioritário.
Artefato técnico de referência
// Arquitetura de Failover Automatizado
const datacenterTopology = {
  primary: "Equinix SP4 - Tamboré",
  secondary: "Ascenty SP2 - Vinhedo",
  replicationType: "Active-Active Synchronous",
  heartbeatIntervalMs: 5000,
  autoFailoverThresholdMs: 15000
};
03

Análise & Risco · Catálogo Nível 1/2

Mapeamento de Processos e Serviços Críticos

Inventário analítico de fluxos operacionais e classificação de criticidade

FocoMapeamento

Identificar todos os 52 macroprocessos da Tanigawa-LTDA, classificando-os em Nível 1 (Crítico vital para vida/reputação/regulatório) e Nível 2 (Essencial de suporte).

Serviços Nível 1 (Vitais)12 ServiçosAlvo: 100% Mapeados
Serviços Nível 2 (Suporte)24 ServiçosAlvo: 100% Mapeados
SLAs Regulatórios Mapeados100%Alvo: Zero Omissões
Entregável e evidências

Matriz de Processos

Catálogo Corporativo de Serviços e Cadeia de Valor

Mapeamento de ponta a ponta dos serviços de Transporte de Valores, Abastecimento de Caixas Eletrônicos (ATMs), Operações de Solo Aeroportuário (Proair) e Segurança Patrimonial (Provig).

Referência: ISO 22301 Cláusula 8.2.2 & ISO 22313

ItemAS-ISTO-BEStatus
SRV-01: Transporte de NumerárioNível 1 - CríticoRTO: 2h | RPO: 15min | MBCO: 60% FrotaAuditado
SRV-02: Atendimento de Solo ProairNível 1 - CríticoRTO: 30min | RPO: 0min | MBCO: 85% VoosAuditado
SRV-03: Processamento e TesourariaNível 1 - CríticoRTO: 4h | RPO: 30min | MBCO: 50% VolumeAuditado

Checklist de execução

  • Validar dependências cruzadas entre logística e tesouraria central
  • Documentar diagramas SIPOC para os 12 serviços Nível 1
  • Obter sign-off formal dos Diretores de Linha de Negócio

Ponto de atenção

Considerar todos os processos da companhia como Nível 1, gerando custos de contingência inviáveis.
Artefato técnico de referência
// Classificação de Criticidade de Serviços
const serviceTiers = {
  TIER_1_CRITICO: { maxDowntimeHours: 2, financialImpactPerHour: "R$ 450.000", regulatoryFine: "Elevada" },
  TIER_2_ESSENCIAL: { maxDowntimeHours: 8, financialImpactPerHour: "R$ 80.000", regulatoryFine: "Média" },
  TIER_3_SUPORTE: { maxDowntimeHours: 48, financialImpactPerHour: "R$ 5.000", regulatoryFine: "Baixa" }
};
04

Análise & Risco · Gestão de Riscos

Avaliação de Riscos Operacionais e Ameaças

Mapeamento de cenários de disrupção extrema e análise de probabilidade/impacto

FocoCenários

Avaliar riscos de ameaça cibernética severa (Ransomware), sinistros físicos em bases (incêndio/assalto), greves de transporte e eventos climáticos extremos no Hub Campinas.

Cenários de Ameaça Avaliados28 CenáriosAlvo: 100% Abrangência
Riscos Extremos Mapeados4 RiscosAlvo: Plano de Mitigação Ativo
Revisão Dinâmica de AmeaçaMensalAlvo: Comitê de Riscos
Entregável e evidências

Heatmap de Risco

Matriz de Risco Operacional e Cenários de Interrupção

Análise quantitativa de perdas diretas, multas regulatórias e danos reputacionais para 4 cenários extremos aplicados ao Grupo Tanigawa.

Referência: ISO 31000 & ISO 22301 Cláusula 8.2.3

ItemAS-ISTO-BEStatus
Cenário CIB-01: Ransomware GeralProbabilidade: Média | Impacto: ExtremoMitigação: Backups Imutáveis WORM + Segmentação Zero TrustControlado
Cenário LOG-02: Bloqueio Rodoviário em SPProbabilidade: Alta | Impacto: AltoMitigação: Rotas alternativas homologadas + Transporte Aéreo ProairTratado
Cenário INF-03: Falha Elétrica Total no HubProbabilidade: Baixa | Impacto: CríticoMitigação: Geradores redundantes N+1 com 72h de autonomia dieselTestado

Checklist de execução

  • Cruzar dados de inteligência de segurança pública com rotas de comboio
  • Executar simulações de modelagem de ameaças cibernéticas (STRIDE/MITRE)
  • Mapear riscos geopolíticos e de fornecimento de combustível diesel

Ponto de atenção

Ignorar cenários de baixa probabilidade mas impacto catastrófico (ex: colapso de telecomunicações regionais).
Artefato técnico de referência
// Cálculo de Severidade do Risco
function calculateRiskScore(probability, impact, vulnerability) {
  const score = (probability * 0.3) + (impact * 0.5) + (vulnerability * 0.2);
  return score > 4.0 ? "CRÍTICO_IMEDIATO" : score > 2.5 ? "ALTO_MITIGAR" : "TOLERÁVEL";
}
05

Análise & Risco · Cálculo BIA

Análise de Impacto no Negócio (BIA)

Determinação matemática de RTO, RPO, MTD e MBCO por serviço

FocoRTO / RPO

Quantificar o impacto financeiro, legal, regulatório e reputacional ao longo do tempo (t=0 até t=72h) para fixar as metas auditáveis de RTO (Tempo) e RPO (Dados).

RTO Crítico Médio2h 00minAlvo: Cumprido em 100%
RPO Crítico Médio15 minAlvo: Replicação síncrona
MTD (Perda Irreversível)6h 00minAlvo: Margem de Segurança
Entregável e evidências

Análise Quantitativa BIA

Relatório Consolidado de BIA e Matriz Temporal de Perdas

Estudo detalhado demonstrando curva de perdas horárias na custódia de valores e operações Proair. Após 2 horas de interrupção, as multas contratuais e regulatórias atingem R$ 850.000.

Referência: ISO 22317 (Guidelines for Business Impact Analysis)

ItemAS-ISTO-BEStatus
Transporte de Numerário (PIX/ATM)RTO: 2 Horas | RPO: 15 MinutosMTD: 4 Horas | Perda horária: R$ 450.000Aprovado
Handling Aeroportuário (Proair)RTO: 30 Minutos | RPO: ZeroMTD: 1.5 Horas | Perda horária: R$ 620.000Aprovado
Vigilância Armada & Monitoramento (Provig)RTO: 15 Minutos | RPO: 5 MinutosMTD: 1 Hora | Risco de vida elevadoAprovado

Checklist de execução

  • Aplicar questionários de BIA com todos os gerentes de custódia e TI
  • Calcular curvas de impacto financeiro cumulativo com a Controladoria
  • Apresentar e colher assinatura da Presidência para as metas de RTO/RPO

Ponto de atenção

Aceitar RTOs irreais definidos por gerentes de negócio sem validar a viabilidade técnica e financeira de recuperação.
Artefato técnico de referência
// Matriz de Impacto BIA Grupo Tanigawa
const biaMatrix = {
  serviceId: "SRV-NUMERARIO-01",
  mtdHours: 4,
  rtoTargetHours: 2,
  rpoTargetMinutes: 15,
  hourlyImpactBRL: [
    { hour: 1, loss: 120000, regulatoryPenalty: false },
    { hour: 2, loss: 450000, regulatoryPenalty: true },
    { hour: 4, loss: 1800000, regulatoryPenalty: "Grave - Notificação Bacen" }
  ]
};
06

Análise & Risco · Eliminação SPOF

Mapeamento de Dependências e SPOF

Identificação e erradicação de Pontos Únicos de Falha em recursos e fornecedores

FocoRedundância

Mapear todas as dependências críticas (pessoas, tecnologia, fornecedores tier-1, energia, telecomunicações) e neutralizar pontos únicos de falha que ameacem o Grupo Tanigawa.

SPOFs Identificados14 PontosAlvo: 100% Tratados
SPOFs Críticos Restantes0 SPOFAlvo: Zero Tolerância
Fornecedores Tier-1 Redundantes100%Alvo: Contratos Espelho
Entregável e evidências

Mapa Topológico

Inventário de Dependências Críticas e Eliminação de SPOF

Eliminação do SPOF de conectividade no Hub Campinas através da instalação de antena satelital dedicada de baixa órbita em paralelo ao link subterrâneo de fibra óptica.

Referência: ISO 22301 Cláusula 8.3 & ISO 22313

ItemAS-ISTO-BEStatus
Link Internet Hub CampinasSPOF Único (Fibra Local)Redundância Tríplice (Fibra A + Fibra B + Satélite)Eliminado
Fornecimento de Combustível da FrotaPosto Único Conveniado3 Distribuidoras com tanque emergencial próprio de 30k LitrosEliminado
Operador Único de Sistema de CofreDependência de 1 SupervisorEquipe de 6 supervisores certificados em chave duplaEliminado

Checklist de execução

  • Conduzir varredura física de cabeamento de energia e fibra nos 8 Hubs
  • Exigir laudo de dupla abordagem das operadoras de telecomunicações
  • Auditar contratos e SLAs de terceiros críticos de segurança e nuvem

Ponto de atenção

Acreditar que há redundância de link quando ambas as operadoras utilizam a mesma tubulação subterrânea na rua.
Artefato técnico de referência
// Verificação de Tolerância a Falhas em Componentes Críticos
function auditSPOF(component) {
  if (component.redundancyCount < 2) {
    return { status: "SPOF_ALERT", action: "Deploy immediate backup instance or secondary provider" };
  }
  return { status: "RESILIENT", mode: component.mode };
}
07

Planos & Resposta · PCO / POP

Planos de Continuidade Operacional (PCO)

Procedimentos passo a passo para operação degradada e transbordo

FocoOperacional

Elaborar Procedimentos Operacionais Padrão (POPs) de contingência para as 44 bases e rotas blindadas, permitindo operar em modo manual ou transferir carga para bases espelho.

PCOs Homologados32 CadernosAlvo: 100% Validados
Tempo de Acionamento< 15 minAlvo: Imediato
Treino de Executores98.4%Alvo: > 95%
Entregável e evidências

Manual Tático

Caderno Operacional de Continuidade: Roteamento de Blindados em Contingência

Guia com 18 passos sequenciais para contingenciamento de rotas em caso de bloqueio regional, acionando escolta tática de apoio e bases de pouso de segurança.

Referência: ISO 22301 Cláusula 8.4 (Planos e Procedimentos de Continuidade)

ItemAS-ISTO-BEStatus
Passo 1: Comunicação CCORádio VHF LocalComunicação Criptografada Satelital + Celular SeguroOperacional
Passo 2: Transbordo de CargaSem procedimento padronizadoProtocolo militar de transferência em Base de Apoio HomologadaHomologado
Passo 3: Modo Offline de RegistroPlanilha de papel avulsaApp Mobile Offline com sincronização criptografada pós-reconexãoAtivo

Checklist de execução

  • Imprimir e lacrar cópias físicas atualizadas dos PCOs em cofres das 44 bases
  • Garantir acesso offline aos procedimentos via dispositivos táticos
  • Homologar procedimentos com as seguradoras de carga e valores

Ponto de atenção

Criar manuais prolixos de 200 páginas que nenhum operador consegue consultar durante uma crise em tempo real.
Artefato técnico de referência
// Runbook PCO-LOG-04: Transbordo de Custódia
1. Notificar CCO Central e Comandante de Base Regional;
2. Desviar comboio para Base Espelho mais próxima (Cofre 02);
3. Validar biometria de custodiantes em dupla alçada;
4. Executar conferência cega de malotes e emitir termo digital de transbordo;
08

Planos & Resposta · War Room & Imprensa

Plano de Gestão e Comunicação de Crises (PGCC)

Comunicação estratégica, alçadas de porta-voz e resposta a stakeholders

FocoImediato (<1h)

Estruturar o protocolo de comunicação interna, acionamento de clientes corporativos, diálogo com imprensa e reporte obrigatório a órgãos reguladores (Bacen/PF).

Tempo de Primeiro Comunicado< 45 minAlvo: < 1 hora
Porta-vozes Oficiais3 ExecutivosAlvo: Treinados com Media Training
Canais de Notificação Massiva4 CanaisAlvo: SMS, WhatsApp, Push, E-mail
Entregável e evidências

Protocolo de Relações Públicas

Guia de Resposta a Crises e Matriz de Comunicação Institucional

Árvore de acionamento em cascata com templates pré-aprovados pelo Jurídico para situações de sinistro operacional, indisponibilidade tecnológica e incidentes cibernéticos.

Referência: ISO 22301 Cláusula 8.4.3 (Comunicação e Avisos)

ItemAS-ISTO-BEStatus
Comunicação a Clientes BancáriosReativa após reclamaçõesNotificação proativa em até 30min com status e plano de açãoPadronizado
Reporte Regulatório (Bacen/PF)Processo manual dispersoCanal direto automatizado com termo formal em até 2 horasConforme
Posicionamento na ImprensaLivre manifestação localPorta-voz único credenciado com nota oficial auditadaBlindado

Checklist de execução

  • Conduzir Media Training semestral com porta-vozes credenciados
  • Configurar sistema automatizado de alerta em massa para os 12.000 colaboradores
  • Auditar termos de confidencialidade e fluxos de aprovação jurídica em crise

Ponto de atenção

Permitir que declarações divergentes sejam emitidas por gerentes regionais em redes sociais ou canais de notícias.
Artefato técnico de referência
// Matriz de Escalada de Comunicação de Crise
const communicationMatrix = {
  stakeholder: "Bancos Cooperados e Clientes Nível 1",
  channel: "Portal de Resiliência B2B + Hotline Criptografada",
  slaMinutes: 30,
  authorizedSpokesperson: "Diretor de Operações / Head de Relações Institucionais",
  preApprovedTemplate: "TEMPLATE_CRISIS_NOTIF_REV4"
};
09

Planos & Resposta · DRP de TI

Plano de Recuperação de Desastres (DRP)

Restauração de infraestrutura de TI, bancos de dados e sistemas de controle

FocoRTO 2h / RPO 15m

Assegurar a recuperação completa dos sistemas ERP, telemetria de frota blindada, autorizadores de transações financeiras e controle de acesso biométrico de cofres.

DRP de Sistemas Críticos18 SistemasAlvo: 100% Cobertos
Backup Imutável (WORM)100%Alvo: Air-gapped diário
Tempo de Failover Testado18 minAlvo: < 30 min
Entregável e evidências

Guia de Execução Técnica

Runbook Técnico de Disaster Recovery: Sistema de Custódia e Telemetria

Procedimento automatizado de failover de banco de dados PostgreSQL e orquestração de Kubernetes entre o cluster primário de São Paulo e o cluster secundário em Vinhedo.

Referência: ISO 22301 Cláusula 8.4.4 & ISO/IEC 27031

ItemAS-ISTO-BEStatus
Sistema de Telemetria de FrotaRTO: 4h | RPO: 1hRTO: 20 min | RPO: 5 min (Cluster Ativo-Ativo)Homologado
Servidor de Liquidação FinanceiraRTO: 6h | RPO: 2hRTO: 1h | RPO: 15 min (Replicação Contínua)Homologado
Restauração Bare-Metal de CofresProcesso manual de 12hScripts Ansible automatizados com restauração em 45 minAuditado

Checklist de execução

  • Testar restauração real de backups a partir de cofre digital imutável
  • Validar chaves de criptografia e certificados TLS no ambiente de DR
  • Garantir segregação de redes de backup contra ameaças de ransomware lateral

Ponto de atenção

Fazer backups diários sem testar periodicamente a restauração integral dos dados sob carga real.
Artefato técnico de referência
// Script de Failover Automatizado de Banco de Dados (DRP-SQL-01)
async function executeDisasterRecoveryFailover() {
  console.log("Iniciando failover para cluster secundário Ascenty SP2...");
  await promoteReplicaToMaster();
  await updateDNSGateways("dr.tanigawa.internal");
  await verifyDatabaseIntegrity();
  console.log("Failover concluído com sucesso. RTO atingido: 12m 45s.");
}
10

Planos & Resposta · Cadeia de Suprimentos

Gestão de Terceiros e Fornecedores Críticos

Due diligence de continuidade, contratos espelho e auditoria de SLAs

FocoTerceiros

Auditar a postura de resiliência e garantir cláusulas contratuais de continuidade com fornecedores vitais de telecomunicações, blindagem, combustível, escolta e nuvem.

Fornecedores Críticos Mapeados24 EmpresasAlvo: 100% Homologados
Cláusulas de GCN em Contrato100%Alvo: Padrão Corporativo
Auditorias de Terceiros Concluídas22 de 24Alvo: 100% Anual
Entregável e evidências

Avaliação de Risco de Terceiros

Matriz de Homologação e Resiliência de Fornecedores Tier-1

Relatório de conformidade dos fornecedores de blindagem automotiva, provedores de links de satélite e fornecedores de geradores para as 44 bases.

Referência: ISO 22301 Cláusula 8.3 & ISO 27001 Anexo A.15

ItemAS-ISTO-BEStatus
Provedor de Nuvem AWS / EquinixSLA padrão 99.9%SLA de Resiliência 99.99% com multas por downtime e multi-regionContratado
Fornecedor de Combustível DieselEntrega em horário comercialGarantia contratual de abastecimento emergencial em até 4h em criseVigente
Manutenção de BlindadosOficina regional únicaRede de oficinas credenciadas com estoque de peças sobressalentesAuditado

Checklist de execução

  • Incluir cláusula obrigatória de auditoria de testes de DRP nos contratos
  • Criar cadastro de fornecedores secundários em prontidão (standby)
  • Avaliar a saúde financeira e risco geopolítico dos parceiros estratégicos

Ponto de atenção

Assinar contratos com provedores de nuvem ou telecom sem verificar a localização física real de seus data centers secundários.
Artefato técnico de referência
// Critérios de Score de Resiliência de Terceiros (TPRM)
const vendorRiskEvaluation = {
  vendorName: "Telecom Satelital Corp",
  iso22301Certified: true,
  demonstratedDrpTestEvidence: true,
  contractualRtoCommitmentHours: 2,
  resilienceScore: "A+ (APROVADO_SEM_RESSALVAS)"
};
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Capacitação & Testes · Cultura & Treino

Programa de Treino e Conscientização

Capacitação contínua, cultura de resiliência e capacitação tática

FocoCapacitação

Capacitar os 12.000 funcionários do Grupo Tanigawa através de trilhas de aprendizagem diferenciadas para Diretoria, Líderes de Base, Motoristas de Blindados e Equipe de TI.

Colaboradores Treinados96.8%Alvo: > 95%
Líderes de Crise Certificados100%Alvo: 100% Elegíveis
Módulos EAD Concluídos11.450Alvo: Anual Obrigatório
Entregável e evidências

Plano Pedagógico

Matriz Corporativa de Competências e Trilha de Resiliência

Estruturação de treinamentos obrigatórios com simulações práticas de evacuação, acionamento de War Room e manobras evasivas de segurança veicular.

Referência: ISO 22301 Cláusula 7.2 (Competência) e 7.3 (Conscientização)

ItemAS-ISTO-BEStatus
Trilha Executiva (Diretoria)Treinamento expositivo 1x/anoSimulação imersiva de mesa (Tabletop) trimestral com cenários complexosAtivo
Trilha Tática (Bases & Frotas)Leitura de manualDrills práticos mensais de contingência de rádio, rotas e cofreEm Execução
Trilha Técnica (TI & Cyber)Sem especialização BCMCertificação em resposta a incidentes e recuperação de desastresConcluído

Checklist de execução

  • Aplicar testes de retenção de conhecimento com nota de corte mínima de 80%
  • Integrar módulo de continuidade na integração de 100% dos novos admitidos
  • Premiar bases operacionais com excelência em auditoria e simulação de continuidade

Ponto de atenção

Tratar treinamento como mera formalidade burocrática de RH sem cobrança de execução prática em campo.
Artefato técnico de referência
// Trilha de Aprendizagem de Continuidade Tanigawa
const trainingPath = [
  { module: "GCN-101", title: "Fundamentos de Continuidade e Papel de Cada Um", duration: "1h", mandatory: true },
  { module: "GCN-201", title: "Procedimentos de Contingência e PCO de Campo", duration: "3h", role: "Operações" },
  { module: "GCN-301", title: "Comando de Incidentes e Tomada de Decisão em Crise", duration: "8h", role: "Comitê Executivo" }
];
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Capacitação & Testes · Simulados Reais

Programa de Testes e Exercícios Práticos

Simulados de mesa, corte real de energia/links e testes operacionais de campo

FocoValidação

Validar na prática se os RTOs e RPOs são cumpridos por meio de exercícios de mesa (Tabletop), testes de corte real de energia e simulações de ataque de ransomware com Red Team.

Testes Executados no Ano16 ExercíciosAlvo: 100% Cronograma
Taxa de Sucesso de RTO92.5%Alvo: > 90%
Desvios Identificados8 GapsAlvo: 100% com CAPA
Entregável e evidências

Evidência Auditável

Relatório de Teste de Corte Real: Hub Campinas e Data Center SP4

Simulação de blecaute elétrico e corte do link principal no Hub Campinas com comutação automática para geradores diesel em 8 segundos e satélite em 12 segundos.

Referência: ISO 22398 (Diretrizes para Exercícios) & ISO 22301 Cláusula 8.5

ItemAS-ISTO-BEStatus
Teste 01: Comutação Elétrica Hub CampinasMeta: < 15 segResultado Real: 8.2 segundos | Carga 100% estávelSucesso
Teste 02: Failover do Banco de DadosMeta: < 30 minResultado Real: 18 min 42 seg | RPO apurado: 4 minSucesso
Teste 03: Transbordo de 40 BlindadosMeta: < 3 horasResultado Real: 2h 25 min com escolta espelhoSucesso

Checklist de execução

  • Publicar cronograma anual de testes aprovado pelo Comitê de Auditoria
  • Envolver observadores independentes para auditoria do tempo de resposta
  • Proibir testes apenas em ambiente de homologação; testar componentes reais

Ponto de atenção

Fazer simulações pré-avisadas onde todos os problemas são maquiados antes do início do exercício.
Artefato técnico de referência
// Registro de Execução de Simulado de Continuidade
const testExecutionLog = {
  exerciseId: "SIM-2026-Q3-004",
  type: "Full Disruption & Blackout Test",
  location: "Hub Logístico Campinas (CPQ-01)",
  plannedRtoMinutes: 120,
  achievedRtoMinutes: 88,
  resultStatus: "APROVADO_COM_RESSALVA_MENOR",
  auditSignOff: "Daniel Tanigawa - Head GCN"
};
13

Planos & Resposta · War Room 24x7

Gestão de Incidentes em Tempo Real e Ativação

Gatilhos de acionamento, War Room virtual/física e comando de operações

FocoTempo Real

Operar o Centro de Comando de Crise 24x7 com dashboards de telemetria em tempo real, acionamento instantâneo do Comitê e gestão de logs de incidentes.

Tempo Médio de Ativação (MTTA)8.5 minAlvo: < 15 min
Disponibilidade da War Room99.99%Alvo: 24/7 Redundante
Incidentes Críticos no Ano3 CasosAlvo: 100% Contidos
Entregável e evidências

Diário de Bordo de Crise

Registro Oficial de Ativação do Comitê de Crise e Log de Decisões

Histórico auditável contendo todas as decisões, horários, alçadas orçamentárias e ações tomadas durante o incidente de bloqueio rodoviário na Via Dutra.

Referência: ISO 22301 Cláusula 8.4.2 (Estrutura de Resposta a Incidentes)

ItemAS-ISTO-BEStatus
08:14 - Detecção do IncidenteAlerta via Telemetria CCOBloqueio total de pista identificado; 14 blindados afetadosRegistrado
08:22 - Convocação do ComitêPush Massivo na War Room8 membros conectados em sala criptografada de criseExecutado
08:35 - Execução do PCO-04Desvio para Base de ApoioCargas transbordadas com escolta tática sem sinistroResolvido

Checklist de execução

  • Manter linha satelital dedicada de emergência para a Presidência
  • Garantir gravação e transcrição automática e segura dos logs da War Room
  • Estabelecer alçadas de decisão técnica para contenção imediata de ciberataques

Ponto de atenção

Esperar reuniões demoradas para tomar decisões de contenção imediata quando o relógio de RTO já está correndo.
Artefato técnico de referência
// Protocolo de Ativação da Sala de Crise
function activateWarRoom(incidentSeverity) {
  if (incidentSeverity >= 3) {
    sendEmergencyPushToCommittee();
    openEncryptedAudioBridge();
    lockdownPhysicalAccessToHub();
    startIncidentTimelineLogger();
  }
}
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Melhoria & Auditoria · Lições Aprendidas

Análise Pós-Incidente e Lições Aprendidas (AAR)

After Action Review, análise de causa-raiz e fechamento do ciclo de resposta

FocoPós-Crise

Conduzir sessões estruturadas de After Action Review (AAR) em até 5 dias úteis após qualquer incidente ou teste, descobrindo a causa-raiz (5 Porquês / Ishikawa) sem culpabilização individual.

Relatórios AAR Concluídos100%Alvo: < 5 dias úteis
Causas-Raiz Identificadas100%Alvo: Zero Indefinição
Ações Preventivas Geradas24 AçõesAlvo: Registradas no CAPA
Entregável e evidências

Investigação Técnica

Relatório de Lições Aprendidas (AAR): Exercício de Ransomware Red Team

Análise profunda revelou que o tempo de restauração de dados foi 25% mais rápido que o previsto, porém a comunicação com a equipe de custódia demorou 18 minutos devido a ramais desatualizados.

Referência: ISO 22301 Cláusula 9.1 & 10.1 (Não conformidade e ação corretiva)

ItemAS-ISTO-BEStatus
O que estava planejado?Isolamento de rede em 10 minIsolamento concluído em 7 min pela equipe de segurançaSuperado
O que realmente aconteceu de errado?Falha de cadastro de contatosLista de celulares de 4 supervisores de base estava desatualizadaIdentificado
Ação de Melhoria ObrigatóriaAtualização manual de planilhasSincronização diária automatizada do RH com a plataforma de alertasImplementado

Checklist de execução

  • Realizar a sessão de AAR com presença obrigatória de executivos e técnicos
  • Documentar o relatório formal assinado pelo Sponsor e pelo Head de GCN
  • Converter 100% dos desvios identificados em planos de ação CAPA no sistema

Ponto de atenção

Transformar o AAR em uma sessão de busca por culpados, destruindo a transparência necessária para a melhoria do programa.
Artefato técnico de referência
// Metodologia AAR (After Action Review)
const aarFramework = {
  question1: "O que esperávamos que acontecesse segundo o plano?",
  question2: "O que realmente aconteceu durante a disrupção?",
  question3: "Por que houve diferença entre o planejado e o executado?",
  question4: "O que faremos para garantir que o erro não se repita?"
};
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Melhoria & Auditoria · Plano CAPA

Gestão de Ações Corretivas e Preventivas (CAPA)

Rastreabilidade de planos de ação, eliminação de gaps e mitigação contínua

FocoMitigação

Gerenciar todas as ações corretivas e preventivas derivadas de auditorias, testes e incidentes reais, com prazos contratuais, responsáveis nominais e verificação de eficácia.

Ações CAPA Concluídas94.2%Alvo: > 90%
Ações Críticas Atrasadas0 AçãoAlvo: Zero Tolerância
Eficácia Comprovada em Re-teste98.0%Alvo: 100%
Entregável e evidências

Plano de Gestão de Não-Conformidades

Dashboard Corporativo de Rastreabilidade de Ações CAPA

Monitoramento de 42 planos de melhoria distribuídos entre as diretorias de Segurança Física, Tecnologia, Logística Blindada e Recursos Humanos do Grupo Tanigawa.

Referência: ISO 22301 Cláusula 10.1 & ISO 9001

ItemAS-ISTO-BEStatus
CAPA-2026-081: Blindagem de Antena SatelitalAntena exposta a intempériesCúpula de proteção balística instalada no Hub CampinasEncerrada
CAPA-2026-094: Redundância de Gerador Base RJ1 gerador único de 250kVASegundo gerador acoplado com chave de transferência automáticaEncerrada
CAPA-2026-102: Atualização de Runbook CriptoDocumentação de 2024Runbook atualizado com algoritmos pós-quânticos e dupla custódiaEm Validação

Checklist de execução

  • Apresentar status do backlog de CAPAs quinzenalmente para o Diretor Presidente
  • Exigir re-teste prático antes de dar uma ação crítica como definitivamente encerrada
  • Bloquear encerramento de ações sem evidência documental ou técnica anexada

Ponto de atenção

Encerrar ações corretivas apenas com declarações verbais sem evidência auditável de teste de eficácia.
Artefato técnico de referência
// Estrutura de Registro de Ação CAPA
interface ActionPlanCAPA {
  capaId: string;
  source: "TESTE_SIMULADO" | "AUDITORIA_BACEN" | "INCIDENTE_REAL";
  severity: "CRITICA" | "ALTA" | "MEDIA";
  owner: string;
  deadline: string;
  evidenceAttached: boolean;
  efficacyValidationDate?: string;
}
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Melhoria & Auditoria · Ciclo Anual

Manutenção, Auditoria e Melhoria Contínua

Governança perene, compliance Bacen/ISO 22301 e ciclo anual de resiliência

FocoGovernança

Garantir a manutenção perene do SGCN do Grupo Tanigawa através de auditorias internas/externas, atualização anual de BIAs, revisão de riscos e reporte ao Conselho de Administração.

Cobertura de BIA Vigente100.0%Alvo: 100.0%
Metas de RTO/RPO Demonstradas92.5%Alvo: >= 90.0%
Ações CAPA Vencidas0 AçõesAlvo: Zero
Entregável e evidências

Relatório de Auditoria e Certificação

Calendário Anual de Governança e Relatório Executivo de Resiliência

Fechamento do ciclo anual do Grupo Tanigawa comprovando 100% de conformidade com a ISO 22301 e normativas de segurança física e financeira vigentes.

Referência: ISO 22301 Cláusula 9.2 (Auditoria Interna), 9.3 (Análise Crítica) e 10.2 (Melhoria Contínua)

ItemAS-ISTO-BEStatus
Revisão Executiva com o ConselhoApresentação semestralAta assinada com renovação do orçamento e apetite ao riscoConforme
Auditoria Externa de Terceira ParteAvaliação pontualCertificação formal ISO 22301 sem não-conformidades maioresCertificado
Sanitização e Atualização da Base BIAProcesso bienalCiclo contínuo trimestral acionado por mudanças na frota ou sistemasAtivo

Checklist de execução

  • Conduzir Revisão pela Direção com o Presidente do Grupo no Q4 de cada ano
  • Recalibrar o appetite statement de risco de continuidade com o Conselho
  • Emitir o Relatório Anual de Resiliência Corporativa para clientes e investidores

Ponto de atenção

Considerar o programa de GCN como um projeto com data de fim, em vez de um processo corporativo vivo e ininterrupto.
Artefato técnico de referência
// Indicadores de Prontidão Executiva e Compliance
const executiveGovernanceMetrics = {
  groupName: "GRUPO TANIGAWA-LTDA",
  iso22301ComplianceRate: "100%",
  bacenResilienceIndex: "9.8 / 10",
  totalFleetResilienceScore: "99.4%",
  nextExecutiveAuditDate: "2027-02-15",
  leadAuditor: "Daniel Tanigawa - Resiliência Corporativa"
};

03 · BIA / RTO

Simulador de impacto

Ferramenta leve para visualizar a relação entre indisponibilidade e impacto financeiro de referência.

0,5h4h8h
ServiçoTransporte de Numerário & Abastecimento ATM
RTO2h
RPO15 min
MTD4h
Impacto estimadoR$ 225.000Dentro do RTO de referência

Os valores do simulador são os parâmetros de referência presentes no material técnico do repositório atual; não devem ser interpretados como valores auditados em campo sem validação documental.

04 · RESILIÊNCIA

Dependências e eliminação de SPOF

Concentração visual dos pontos únicos de falha e respectivas estratégias de mitigação.

Telecomunicações · Hub Campinas

SPOF de conectividade

Original: fibra óptica subterrânea de concessionária única.

Mitigação: redundância por operadoras distintas e enlace satelital dedicado.

SPOF eliminado

Energia · Bases operacionais

SPOF de energia

Original: dependência da rede pública sem redundância suficiente.

Mitigação: geradores redundantes e autonomia de contingência.

SPOF eliminado

Fornecimento · Combustível

Dependência de fornecedor único

Original: posto único conveniado.

Mitigação: múltiplas distribuidoras e estoque emergencial próprio.

SPOF eliminado

Operação · Cofres

Dependência de pessoa-chave

Original: um único supervisor habilitado.

Mitigação: equipe redundante de supervisores certificados.

SPOF eliminado

05 · KIT OPERACIONAL

30 templates indexados

Catálogo pesquisável por nome, categoria, tipo e fase.

IDTemplateCategoriaFormato / evidênciaFase
#01Matriz de Diagnóstico e Scorecard de Maturidade BCMDiagnósticoXLSX / DashboardFase 00
#02Política Corporativa de Gestão de Continuidade de NegóciosGovernançaDOCX / PDF NormativoFase 01
#03Termo de Nomeação e Estatuto do Comitê de CriseGovernançaAta ExecutivaFase 01
#04Plano Diretor de Arquitetura de Continuidade e RedundânciaEstratégiaDiagrama TécnicoFase 02
#05Matriz de Homologação de Locais Alternativos e Bases EspelhoEstratégiaLaudo FísicoFase 02
#06Catálogo de Serviços Críticos e Mapeamento de Cadeia de ValorProcessosCatálogo CorporativoFase 03
#07Matriz de Avaliação de Riscos Operacionais e Ameaças ExtremasRiscoHeatmap / MatrizFase 04
#08Cartão de Risco por Cenário de Ruptura (Playbooks Táticos)RiscoFlash Card TáticoFase 04
#09Formulário Padronizado de Coleta de Dados BIABIAQuestionário EstruturadoFase 05
#10Matriz Temporal de Impacto Financeiro, Legal e ReputacionalBIACalculadora de ImpactoFase 05
#11Relatório Consolidado de Definição de RTO, RPO, MTD e MBCOBIARelatório de Sign-OffFase 05
#12Mapa de Interdependências de Processos, Pessoas e SistemasSPOFGrafo de DependênciasFase 06
#13Inventário de Pontos Únicos de Falha (SPOF) e Plano de MitigaçãoSPOFMatriz de AçãoFase 06
#14Caderno de Plano de Continuidade Operacional (PCO) - Nível BasePCOProcedimento TáticoFase 07
#15Procedimento Operacional Padrão (POP) em Modo Offline / DegradadoPCOGuia de BolsoFase 07
#16Plano de Gestão e Comunicação de Crises (PGCC Corporativo)CriseManual de CriseFase 08
#17Árvore de Notificação e Templates de Comunicação com StakeholdersCrisePlaybook de Relações PúblicasFase 08
#18Plano de Recuperação de Desastres (DRP) para Ambientes de TIDRPRunbook TécnicoFase 09
#19Procedimento de Failover e Restauração de Backups ImutáveisDRPScript & ChecklistFase 09
#20Formulário de Due Diligence e Auditoria de Resiliência de TerceirosTerceirosChecklist de ComplianceFase 10
#21Matriz de Competências e Trilha de Treinamento em ContinuidadeTreinamentoPlano PedagógicoFase 11
#22Material Didático e Guia de Conscientização para ColaboradoresTreinamentoApresentação InterativaFase 11
#23Programa Anual e Roteiro de Testes e Exercícios PráticosTestesCronograma ExecutivoFase 12
#24Relatório de Teste e Avaliação de Desempenho de SimuladoTestesEvidência AuditávelFase 12
#25Diário de Bordo de Ativação do Comitê de Crise e Log de IncidentesIncidenteRegistro CriptografadoFase 13
#26Relatório de Análise Pós-Incidente (After Action Review - AAR)AARLaudo de Lições AprendidasFase 14
#27Matriz de Causa-Raiz (5 Porquês e Diagrama de Ishikawa)AARAnálise Causa-RaizFase 14
#28Plano de Ações Corretivas e Preventivas (CAPA) com RastreabilidadeCAPAMatriz de AçõesFase 15
#29Calendário Anual de Governança, Manutenção e Revisão do SGCNManutençãoAgenda de ConformidadeFase 16
#30Dashboard Executivo de Indicadores (KPI/KRI) e Relatório do ConselhoManutençãoExecutive CockpitFase 16

06 · ARQUITETURA SEGURA

Frontend mínimo, backend protegido

A nova base não coloca segredos, chaves de API ou lógica sensível no navegador.

01

HTML5 + CSS local

Conteúdo editorial e semântica no documento. Responsividade sem framework de UI.

02

JavaScript vanilla

Somente filtro e simulador. Sem React, Tailwind, Lucide ou dependências externas.

03

Pages Functions

Endpoint opcional em /api/gemini para uso futuro com Gemini, mantendo a credencial exclusivamente no servidor.

04

Segredos no Cloudflare

Use GEMINI_API_KEY como Secret. Nenhuma chave deve entrar em HTML, JS público ou Git.

Preflight: CSP restritiva, X-Frame-Options via frame-ancestors, nosniff, Referrer-Policy, Permissions-Policy e ausência de fontes/scripts de terceiros.

BASE DOCUMENTAL

O que foi e não foi validado nesta execução

O código-fonte do repositório e o log de deploy foram inspecionados diretamente. O ZIP anexado confirma uma aplicação React/Vite composta essencialmente por App.jsx, configurações Vite/Tailwind e Wrangler. Os dois PDFs citados no briefing não constam entre os arquivos efetivamente disponibilizados nesta conversa; por isso, a composição não finge uma reconciliação documental que não pôde ser realizada.

Assim que os PDFs forem incorporados ao conjunto de fontes, a etapa correta é reconciliar terminologia, fases, amostras, métricas e textos normativos contra este layout sem reintroduzir dependências de build desnecessárias.